Versando sobre o mundo e a política!
Sexta-feira, Abril 29, 2005
MAQUIANDO A INCOMPETÊNCIA!!!
Via: Site da
Soninha
O CONTO DO TELECENTRO
Assaltado no começo do ano, o telecentro do Jardim Rubilene, na zona sul de São Paulo, foi vítima novamente, dessa vez da atual prefeitura, que sem esboçar nenhum gesto para recuperá-lo, resolveu fechá-lo.
Passados dois meses e depois de muita cobrança da comunidade local, a Prefeitura voltou atrás e reabriu o telecentro. Com um detalhe: gastou, de seu tão chorado orçamento, dinheiro para botar uma placa nova, com data de inauguração desse mês, "esquecendo" que tanto esse quanto todos os demais telecentros foram obra da gestão anterior. Tomara que ao menos a atual prefeitura faça, de verdade, alguns novos telecentros.
postado por: NOOS 4/29/2005 09:26:40 AM
Terça-feira, Abril 19, 2005
E AI BICUDOS, COMO FICA?!?!?! (4)
PREFEITURA CONTRATA SÓCIO DE SECRETÁRIO
Via:
O ESTADO DE SÃO PAULO - Caderno Metrópole - 19/04/2004
Antônio Arnaldo (Infra-Estrutura) tinha ações da Ductor até dezembro; empresa já havia sido investigada por favorecimento
Por:
Silvia Amorim
A Prefeitura contratou uma empresa que foi do secretário municipal de Infra-Estrutura Urbana e Obras, Antônio Arnaldo Queiroz e Silva, e hoje é administrada por um sócio dele para gerenciar três obras na zona sul. A mais importante é a construção de duas pontes estaiadas sobre o Rio Pinheiros, que farão a ligação com a Avenida Roberto Marinho.
A empresa, a Ductor Implantação de Projetos, foi contratada pela Empresa Municipal de Urbanização (Emurb) por R$ 5,7 milhões, há dez dias. O secretário foi dono e diretor da empresa até dezembro, quando diz ter vendido suas ações ao ser convidado para participar do governo de José Serra (PSDB). Hoje, quem dirige a Ductor é Álvaro Rosseto de Souza, sócio do secretário na Umburanas, empresa de consultoria em engenharia e projetos.
A bancada do PT na Câmara Municipal informou ontem que vai pedir que o Ministério Público investigue a contratação. A Ductor já teve tucanos ilustres em sua diretoria, como Mário Covas, um dos fundadores, e trabalhou em obras importantes do governo do Estado, como o Rodoanel. Na época, o secretário de Transportes de Covas, Michael Zeitlin, havia sido sócio da empresa e se desligado dela para assumir a pasta.
Em 2000, a Ductor foi investigada pelo Ministério Público por suspeita de favorecimento em licitações na Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU). O vice-presidente da CDHU, Paulo Maschietto Filho, havia sido funcionário da Ductor até dias antes de assumir a estatal.
JUSTIÇA
No caso da Emurb, a contratação da Ductor saiu após o fim de uma briga na Justiça que se arrastou por seis meses. Em setembro, ainda na gestão Marta Suplicy (PT), a empresa, em consórcio com o grupo Falcão Bauer, perdeu a licitação para o serviço porque teria apresentado um documento com validade vencida, embora tivesse proposta de menor valor (R$ 5,7 milhões). O vencedor foi o consórcio Concremat-Fat's, com valor de R$ 6,5 milhões.
A Ductor entrou na Justiça e começou, então, uma disputa nos tribunais. Em novembro, em decisão de primeira instância, a Justiça deu ganho de causa à empresa e determinou que a Emurb revisse o resultado da licitação a bem do interesse público, já que a Ductor havia apresentado o menor preço. A empresa municipal recorreu, alegando que a revogação do processo traria prejuízos à Prefeitura, porque a Concremat já havia iniciado os trabalhos.
Em janeiro, com a posse de Serra, a Emurb decidiu desconsiderar o recurso petista e, em abril, anunciou a Ductor vencedora. A presidente da Emurb, Heloísa Proença, negou que a medida tenha sido política. "Apenas cumprimos uma decisão judicial, coisa que a gestão passada não fez."
Segundo ela, haveria sim prejuízo aos cofres municipais se a Prefeitura não cumprisse a determinação judicial. Heloísa disse que a empresa ainda não iniciou seus trabalhos, porque as obras estão paradas para avaliação. O secretário de Obras não quis falar sobre o caso. A Concremat também não se pronunciou sobre o cancelamento do seu contrato.
Perguntar não ofende: Isso também é culpa do PT e da Marta?
postado por: NOOS 4/19/2005 12:20:30 PM
DA SÉRIE: PROMESSAS DE CAMPANHA JÁ CUMPRIDAS!!!
A promessa: Choque de gestão.
A realidade: Sucateamento dos serviços.
Via: O ESTADO DE SÃO PAULO - Caderno Metrópole - 19/04/2004
FALTA DE VERBA ESVAZIA TELECENTROS
Centros de inclusão digital da população da periferia de São Paulo enfrentam problemas de pessoal e de manutenção
Por:
Bárbara Souza e Natália Zonta
Apenas um dos nove pontos de luz fluorescente do Telecentro Jardim Paquetá acende. A unidade funciona num prédio amplo na única curva do que chamam de Rua Luiza Erundina, ainda fora do mapa oficial da cidade, numa área de assentamento de Pirituba, zona oeste. Na penumbra, cinco crianças desafiam o silêncio da sala jogando baralho no computador. Na semana passada, o Telecentro Jardim Guaraú, na zona oeste, fechou por um problema na rede. Esses são exemplos da situação de 14 telecentros visitados pelo Estado. Todos apresentam problemas, como computadores desconectados da internet e falta de tinta para impressora. Há 119 unidades no Município.
Moradores e entidades responsáveis pelas unidades criticam o que consideram descaso do governo José Serra com o projeto, iniciado na gestão Marta Suplicy, com investimento de R$ 31 milhões de verbas municipais e R$ 6 milhões de parcerias com a iniciativa privada.
No ano passado, ainda no governo petista, o Estado mostrou que havia atraso no pagamento de monitores. A situação foi normalizada logo após a publicação da reportagem.
No Jardim Paquetá, dos 21 computadores do telecentro, nenhum está conectado à internet. A conta telefônica está atrasada há meses. Assim como ficou por algum tempo a de energia elétrica, quitada graças a uma festa feita pela comunidade para arrecadar dinheiro. Agora resta economizar e torcer para a Prefeitura repassar em dia a verba mensal de R$ 1.100,00 à Associação dos Trabalhadores Sem-Terra do Jardim Paquetá, responsável pela unidade.
Nas ruas, os moradores comentam que estão sem os cursos e sem possibilidade de fazer pesquisas. "Antes a fila aqui era enorme. A gente tinha de pedir licença para a garotada para passar na rua", diz a dona de casa Eurides Souza de Brito. Os dois filhos participavam dos programas do telecentro. "Agora vivem trancados em casa. Para o pobre, o governo reserva apenas dinheiro para construir Febem", reclama. A limpeza do prédio é feita por voluntários. Falta tinta para as impressoras e papel e o salário dos monitores está atrasado. Eles preferem, porém, não falar sobre os problemas.
Criados para diminuir os índices de exclusão digital e social - o primeiro foi aberto em maio de 2001 -, os telecentros passam por problemas em outras regiões.
Em Cidade Tiradentes, no extremo da zona leste, 13 computadores esperam conserto - apenas 18 funcionam. A impressora está sem tinta há mais de 4 meses. Há problemas por toda parte. Na pequena biblioteca, cujo acervo foi doado pela comunidade, apenas uma mesa está disponível para leitura, as outras estão quebradas. O banheiro masculino não funciona. "Já informamos a Prefeitura, mas até agora nada foi feito", diz o gerente do telecentro, Luiz Carlos Ferreira.
Sobram reclamações. "Costumava vir aqui para fazer trabalhos do colégio e imprimir currículos, mas agora não posso fazer nada", lamenta a estudante Simone Cardoso da Silva, de 21 anos. "Eu era voluntário. Aos sábados dava aulas de HTML para o pessoal. Sem a impressora não dá, são muitos códigos para decorar. Quando tenho trabalho da escola, é outro tormento, o jeito é copiar da tela", diz o estudante Thiago Marques Figueiredo, de 16 anos.
Falta papel sulfite no Telecentro Vila 1.º de Outubro, em Guaianases, também na zona leste. "Tivemos de pegar papel no Telecentro Jambeiro. Outra coisa que falta é caneta para escrever no quadro", diz o voluntário Wesley dos Santos, de 18 anos.
No Telecentro Jardim Nicolau, região de Arthur Alvim, na zona leste, a conexão lenta e a falta de manutenção na rede dos computadores prejudicam estudantes.
No Telecentro da Cohab 1, na Penha, o problema é também a falta de tinta para a impressora. "Desde dezembro não recebemos cartuchos", lamenta o gerente da unidade, Nill Costa, de 29 anos.
TETO
O coordenador da Coordenadoria de Inclusão Digital, Celso Matsuda, responsável pelos telecentros, diz que os equipamentos estão "funcionando a pleno vapor". Ele afirma que, apesar da reestruturação que a Prefeitura fez no projeto, não houve prejuízos à proposta de inclusão digital.
"Fizemos um choque de gestão e conseguimos nos adequar ao teto estipulado pela Secretaria de Finanças", diz. Entre as adaptações, estão o corte de 20% do quadro de 800 funcionários - a folha de pagamento foi reduzida de R$ 1,27 milhão para R$ 897 mil - e a restrição de funcionamento aos domingos.
Agora apenas três telecentros abrem sete dias por semana. "Vamos inaugurar mais seis telecentros até o fim do mês que vem", garante Matsuda.
PARA FREQUENTADORES, ERA ORGULHO E VIROU DESCASO
Até 2003, o aposentado por invalidez Álvaro Joaquim de Santana, hoje com 44 anos, nunca tinha visto um computador - se visse, provavelmente não saberia o que era. Foi nesse ano que começou a funcionar na rua onde mora o Telecentro Jardim Paquetá, em Pirituba. "Fiz todos os cursos que tinha lá", conta.
Ele aprendeu a mexer no Windows, na internet. Usava os computadores sobretudo para acessar sites de informação ou os do governo. "Descobri um mundo novo. Olhar as notícias do Diário Oficial, por exemplo, foi totalmente diferente. Nunca imaginei que as leis, as contas do governo estariam lá, disponíveis para qualquer um."
Segundo o presidente da Associação dos Trabalhadores Sem- Terra do Jardim Paquetá, Espiridião Rodrigues da Trindade, responsável pelo telecentro, a unidade que chegou a receber 100 pessoas por dia hoje não atende 10. "O que eles iriam fazer aqui, se não há mais cursos nem podem acessar a internet?"
Levar conhecimento ao público que não tem acesso à informação é uma das propostas do projeto telecentro. "Num País onde a renda é tão concentrada, haver locais públicos que disponibilizem esse acesso à internet é um mecanismo de potencial distribuição de renda", diz Gilson Schwartz, o diretor da Cidade do Conhecimento, projeto de inclusão digital da Universidade de São Paulo (USP). "É uma conexão direta entre conhecimento e renda."
Há outros benefícios. O projeto original do telecentro tem também objetivo de proporcionar capacitação profissional, requalificar o entorno da unidade, disseminar softwares livres, ampliar a participação popular, por meio dos Conselhos Gestores, desenvolver projetos de jornalismo comunitário, com sites criados pela comunidade.
Mas, para moradores do Jardim Paquetá, há pelo menos dois meses o telecentro, antes orgulho do bairro, virou símbolo de descaso do poder público. O aposentado Santana, que se encheu de esperança porque estava aprendendo algo novo e inacessível, voltou à velha rotina. "Ou fico em casa ou vou para o boteco", lamenta. Nos becos do bairro, parte das crianças e adolescentes que costumavam freqüentar o centro teve o mesmo destino.
SAI PARTE QUE FALTAVA DO SALÁRIO DE FEVEREIRO DOS FUNCIONÁRIOS
Após dois meses de atraso, os funcionários dos 119 telecentros da cidade receberam ontem o restante do salário do período de 21 de janeiro a 20 de fevereiro. Segundo os monitores, 30% do pagamento referente a fevereiro foi pago no início do mês e só ontem receberam os 70% restantes. Há uma discussão entre a Prefeitura e a Rede de Informações do Terceiro Setor (Rits), que gerencia os recursos humanos no projeto.
O titular da Coordenadoria de Inclusão Digital, Celso Matsuda, responsável pelos telecentros, diz que o repasse do dinheiro da folha de pagamento - R$ 897 mil por mês - está sendo feito no prazo. "Estamos até fazendo um apelo para que a Rits adiante o pagamento", disse Matsuda.
Segundo a Rits, porém, a realidade é outra. De acordo com o diretor-executivo da rede, Paulo Lima, a Prefeitura ainda não repassou os valores referentes ao pagamento. "Não cometeríamos uma irresponsabilidade dessa."
Foi a Rits, segundo ele, que decidiu antecipar-se ao repasse da Prefeitura e pagar os salários. "Sensibilizados neste momento de dificuldade, conseguimos dispor de valor que possibilita tal depósito", informa nota da Rits aos funcionários.
O cronograma divulgado pela Prefeitura informa que o salário de abril será pago até o 5.º dia útil de maio. A Rits renovou contrato por mais dois meses, mas não deve continuar no projeto. "O importante é não descaracterizar os objetivos."
postado por: NOOS 4/19/2005 12:09:45 PM
Segunda-feira, Abril 11, 2005
E AI BICUDOS, COMO FICA?!?!?! (3)
Via:
O Estado de São Paulo - Caderno Metrópole - 11/04/2005
Serra se cala sobre denúncia e pesquisa
Prefeito participou de almoço beneficente, mas não falou de notícias polêmicas divulgadas no fim de semana sobre gestão
Por:
Silvia Amorim
O prefeito José Serra (PSDB) participou ontem de um almoço promovido pela titular da Secretaria Especial dos Portadores de Deficiência, Mara Gabrilli, para arrecadação de fundos para um projeto da pasta, mas recusou-se a comentar as três notícias referentes ao seu governo que agitaram o fim de semana: as acusações de improbidade administrativa que recaem sobre o secretário de Finanças, Mauro Ricardo Costa; a ameaça de demissão do secretário da Cultura, Emanoel Araújo; e o resultado da pesquisa Datafolha sobre os 100 dias de governo.
Serra chegou ao restaurante Leopolldo, um dos mais chiques da cidade, acompanhado da mulher, Mônica. Foi aplaudido pelos convidados, em sua maioria empresários e socialites, que pagaram R$ 100 por convite. Após almoçar, fez um breve discurso. Elogiou a iniciativa da secretária, reiterou o pedido de apoio da população para melhorar a cidade e foi embora, sem dar entrevistas.
O evento não constava da agenda do prefeito. O único compromisso marcado para o fim de semana foi o de lançamento de um livro pela Secretaria da Cultura, no sábado. Mas Serra não apareceu. O motivo seria um desentendimento com Emanoel, que, segundo um amigo próximo, chegou a pensar em se demitir.
Essa não foi a única notícia polêmica envolvendo o governo Serra no fim de semana. A revista IstoÉ mostrou que o secretário de Finanças responde a três processos por improbidade administrativa (mau uso do dinheiro público).
Em uma ação, em que foi condenado em primeira instância, é acusado de contratar sem licitação um escritório de advocacia quando presidente da Superintendência da Zona Franca de Manaus. Em outra, é acusado de superfaturamento de uma obra de pavimentação. Também é processado por uso de dinheiro público para pagar despesas pessoais.
No caso da licitação e deste último, Costa disse que teve aval dos órgãos competentes. Sobre o superfaturamento, informou que o caso envolve denúncia de vereadores de Humaitá (AM) contra o prefeito.
Na pesquisa Datafolha, Serra foi o prefeito com pior avaliação no início de governo, desde Jânio Quadros. O desempenho foi considerado ruim ou péssimo por 37% dos 1.624 entrevistados. Para 35%, foi regular, e, para 20%, ótimo e bom. Marta Suplicy teve, respectivamente, 14%, 42% e 34%. A pesquisa, feita nos dias 6 e 7, tem margem de erro de dois pontos porcentuais.
Para 70% dos entrevistados, o tucano fez pela cidade menos do que se esperava. De zero a 10, a nota média de Serra foi 4,5. Em 2001, Marta teve 5,8. A pesquisa também mostrou que se a eleição fosse hoje Serra perderia: 50% votariam na petista e 38% nele.
postado por: NOOS 4/11/2005 10:35:17 AM
E AI BICUDOS, COMO FICA?!?!?! (2)
Via: Blig do Noblat
10/04/2005 16:25
Aos amáveis tucanos
Dando prosseguimento à tarefa de aborrecer os tucanos nesta tarde de domingo, segue a abertura da notícia publicada hoje pela Folha de S. Paulo sobre a popularidade do prefeito José Serra (o que postei abaixo foi a abertura do editorial):
"José Serra (PSDB) é o prefeito de São Paulo com o pior início de governo desde Jânio Quadros, segundo avaliação dos paulistanos em pesquisa Datafolha realizada entre os dias 6 e 7 de abril. Perde de Marta Suplicy (PT), Paulo Maluf (PP), Luiza Erundina (PSB) e até de Celso Pitta (sem partido).
O desempenho do tucano, que hoje completa cem dias no cargo, é considerado ruim ou péssimo por 37% dos 1.624 entrevistados. Sua administração foi avaliada como regular por 35% e ótima ou boa por 20% dos paulistanos consultados. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Só Jânio Quadros (1986-1988) tem avaliação semelhante à de Serra, com 36% de ruim ou péssimo. Os dados são comparáveis, segundo o Datafolha, mas deve-se levar em conta que, nesse caso, a pesquisa foi feita após 40 dias de gestão. No de Serra e no dos demais prefeitos, após três meses.
Derrotada por Serra em outubro de 2004 ao tentar se reeleger prefeita, a petista Marta Suplicy tinha uma avaliação mais positiva em seu início de governo. Um terço dos paulistanos ouvidos pelo Datafolha disse que ela fazia uma gestão ótima ou boa e somente 14% afirmaram que os primeiros três meses de sua administração foram ruins ou péssimos.
Serra foi eleito com uma grande expectativa sobre o seu governo (64% achavam que sua administração seria ótima ou boa), embora tenha herdado uma situação financeira bastante difícil.
Mas em apenas três meses a popularidade de sua administração caiu. Nesse período ele aumentou a tarifa de ônibus, sofreu cortes de luz em mais de 80 prédios da prefeitura -até mesmo em um posto de saúde- após discussão sobre dívidas não pagas à AES Eletropaulo e endureceu a negociação financeira com os perueiros, fato que gerou um confronto que transformou o pátio da prefeitura em um campo de batalha, opondo motoristas e policiais.
Hoje, 70% dos entrevistados acham que o prefeito fez pela cidade menos do que se esperava. A decepção é encontrada até mesmo entre os eleitores que dizem ter votado no tucano na última eleição -mais da metade deles compartilha essa opinião."
enviada por Ricardo Noblat
postado por: NOOS 4/11/2005 10:30:52 AM
E AI BICUDOS, COMO FICA?!?!?! (1)
Via: Blig do Noblat
10/04/2005 03:27
Serra está pior do que Marta, segundo pesquisa do DataFolha
Da Folha de S. Paulo, hoje:
"Pesquisa Datafolha publicada na edição de hoje revela que a população de São Paulo não está satisfeita com os primeiros três meses da nova administração municipal. Apenas 20% consideraram que o prefeito José Serra (PSDB) teve desempenho ótimo ou bom no início de sua gestão, enquanto 37% avaliaram a administração como ruim ou péssima. Com os mesmos três meses de mandato, a ex-prefeita Marta Suplicy (PT) colheu resultados melhores: 34% de ótimo ou bom e apenas 14% de ruim e péssimo.
Quando questionados diretamente acerca do desempenho de Serra em relação ao de Marta, 35% dos paulistanos julgam a atual administração melhor do que a anterior e 39% fazem a avaliação inversa.
É razoável supor que esse resultado sofrível esteja associado à frustração de expectativas criadas ao longo da campanha eleitoral, como a eliminação imediata das taxas municipais e a extensão do bilhete único para o metrô. A elevação da tarifa de ônibus é outro fator que presumivelmente exerceu influência sobre a avaliação.
A imagem pessoal de Serra também parece ter sido afetada pela percepção negativa de sua administração.
O atual prefeito é visto como menos trabalhador e decidido do que era Marta à mesma altura do mandato. O paulistano julga ainda o prefeito do PSDB mais antipático, falso e antiquado do que considerava a ex-prefeita. Ao que tudo indica, os esforços do prefeito para "desconstruir" a gestão anterior não vêm surtindo os efeitos esperados.
É curioso que algumas das características pessoais atribuídas a Serra, nas quais ele agora se sai pior do que Marta, foram apontadas como decisivas para sua convincente vitória sobre a petista."
enviada por Ricardo Noblat
postado por: NOOS 4/11/2005 10:29:40 AM
E AI BICUDOS, COMO FICA?!?!?!
Via: Blig do Noblat
10/04/2005 17:57
Aos amáveis tucanos (2)
De Josias de Souza, hoje na Folha de S. Paulo:
"(...) Como pode o tucanato atacar os negócios suspeitos de Henrique Meirelles se o ex-presidente do Banco Central, Francisco Lopes, acaba de ser condenado a dez anos de prisão por conta do providencial socorro ao banco Marka de Salvatore Cacciola?
Com que autoridade um partido que confiou os negócios da $udam a apadrinhados de Jáder Barbalho pode agora alvejar o peemedebista Romero Jucá, afilhado de Renan Calheiros?
Como podem os tucanos espicaçar a incoerência dos acertos de Lula com Orestes Quércia, se o próprio FHC, candidato à reeleição, posou ao lado de Paulo Maluf, postulante ao governo paulista, num memorável outdoor exposto nas esquinas de São Paulo? Na oposição, o PSDB é prisioneiro do próprio impudor."
enviada por Ricardo Noblat
postado por: NOOS 4/11/2005 10:27:22 AM